Web Marketing

Mar 30 2010 Published by under Marketing

Web Marketing.

O Web Marketing, é qualquer esforço promocional realizado por meio da Web. Mesmo que possua o melhor e mais interessante site do mundo, vai precisar fazer algum esforço para dizer aos internautas que existe e está a aguardar visitas.

Gerar trafego no Web Marketing

É ai que entra a promoção através do Web Marketing. É claro que existem outros canais como a TV, Rádio, Revistas, Outdoors… Mas como nosso canal de atuação é a Web e portanto é lá que o nosso público está, é natural que os meios mais eficazes de geração de tráfego sejam aqueles realizados por meio do web marketing.

Os Sites de pesquiza são a forma mais popular de localizar de informações e produtos na Web. Por isso ocupa um lugar de grande destaque entre as estratégias de web marketing. Em segundo lugar o e-mail é sem dúvida, o ponto forte dessa estratégia é o facto que a maior parte dos sites de pesquiza são gratuitos, embora haja uma tendência muito forte de cobrança por parte dos grandes sites que prestam esse serviço.

Como fazer no Web Marketing

As pesquisas de comportamento de utilizador, indicam que receber e enviar e-mails é disparado a atividade mais realizada pelos internautas, seguida de longe pela leitura de notícias e diversão. Quando se fala em eMail Marketing, as pessoas pensam imediatamente em emails automáticos, não autorizada (spam).

Um programa de afiliados é a montagem de rede de sites que divulgam o negócio e enviam potenciais clientes para o site do comerciante em troca de comissões sobre as vendas. Para implantar e gerenciar um programa de afiliados o comerciante precisa adquirir uma solução que faça o rastreamento dos afiliados e possibilite o controle das vendas pelo comerciante e também pelo afiliado.

Aprenda a Fazer no Web Marketing no Internet Marketing

teresa No Internet Marketing ponho em práticas algumas técnicas de maneira a desenvolver aptidões que me permitem pôr em prática conceitos inovadores. Desta forma ajudo os interessados através do meu Suporte Personalizado. Basta para isso entrar em contacto para que possamos acertar pormenores.

 

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Web 2.0

Dez 02 2009 Published by under Funções Web


Web 2.0.

As regras foram discutidas antes de surgir o termo: Regras

- O beta perpétuo – não trate o software como um artefato, mas como um processo de comprometimento com seus usuários.

- Pequenas peças frouxamente unidas – abra seus dados e serviços para que sejam reutilizados por outros. Reutilize dados e serviços de outros sempre que possível.

- Software acima do nível de um único dispositivo – não pense em aplicativos que estão no cliente ou servidor, mas desenvolva aplicativos que estão no espaço entre eles.

- Lei da Conservação de Lucros, de Clayton Christensen – lembre-se de que em um ambiente de rede, APIs abertas e protocolos padrões vencem, mas isso não significa que a idéia de vantagem competitiva vá embora.

- Dados são o novo “Intel inside” – a mais importante entre as futuras fontes de fechamento e vantagem competitiva serão os dados, seja através do aumento do retorno sobre dados gerados pelo usuário, sendo dono de um nome ou através de formatos de arquivo proprietários.

Web 2.0 e a programação

Começaram-se a desenvolver softwares que são usados pela Internet e vendidos não em pacotes mas como serviços, pagos mensalmente como uma conta de água. Além disso, mudou-se a forma de fazer softwares. Para que tudo funcionasse bem na Internet, foi necessário a união de várias tecnologias (como AJAX) que tornassem a experiência do usuário mais rica, com interfaces rápidas e muito fáceis de usar.

Interfaces com o utilizador

A Web 2.0 propõe uma experiência de uso semelhante à de aplicativos para desktop, freqüentemente fazendo uso de uma combinação de tecnologias surgidas no final da década de 1990, que incluem Web services APIs (1998), AJAX (1998), Web syndication (1997), entre outras.

Estas tecnologias aumentaram a velocidade e a facilidade de uso de aplicativos Web, sendo responsáveis por um aumento significativo no conteúdo (colaborativo ou meramente expositivo) existente na Internet. De forma particular, o AJAX permite ao usuário não esperar que uma página Web se recarregue ou que o processo seja terminado para continuar usando o software. Cada informação é processada separadamente, de forma assíncrona, de forma que não é mais necessário recarregar a página a cada clique.

A Web é a plataforma, o software um serviço

Na Web 2.0 os softwares funcionam pela Internet, não somente instalados no computador local, de forma que vários programas podem se integrar formando uma grande plataforma. Por exemplo, os seus contatos do programa de e-mail podem ser usados no programa de agenda, ou pode-se criar um novo evento numa agenda através do programa de e-mail. Os programas funcionam como serviços em vez de vendê-los em pacotes. Estes serviços podem ser cobrados com uma mensalidade, como a sua conta de água.

Na web 2.0 os programas são abertos, ou seja, uma parte do programa pode ser utilizado por qualquer pessoa para se fazer outro programa. São utilizadas APIs para deixar que outros sites utilizem partes dos seus dados nos serviços deles. Em vez de grandes servidores provendo uma enorme quantidade de arquivos, na web 2.0 descobriu-se as redes P2P, na qual cada usuário é um servidor de arquivos e os arquivos são trocados diretamente entre eles.

Web 2.0 e o conteúdo

O conteúdo dos websites também sofreu um enorme impacto com a Web 2.0, dando ao usuário a possibilidade de participar, geralmente gerando e organizando as informações. Mesmo quando o conteúdo não é gerado pelos usuários, este pode ser enriquecido através de comentários, avaliação, ou personalização.

Algumas aplicações Web 2.0 permitem a personalização do conteúdo mostrado para cada usuário, sob forma de página pessoal, permitindo a ele a filtragem de informação que ele considera relevante.

O conceito usado é comparável com o do software livre: se há muitas pessoas olhando, todos os erros são corrigidos facilmente. Para isso existem comunidades que se auto-moderam, através da participação dos usuários indicando ao sistema qual usuário não deve mais participar da comunidade.

Sob outros nomes como infoware, the internet operating system e the open source paradigm shift e são produtos de um consenso entre empresas como Google, Amazon, Yahoo e Microsoft e estudiosos da Web e da consolidação do que realmente traz resultado na Internet.

Como Ter Rendimento com a  Web 2.0  no Internet Marketing

teresa No Internet Marketing ponho em práticas algumas técnicas de maneira a desenvolver aptidões que me permitem pôr em prática conceitos inovadores. Desta forma ajudo os interessados através do meu Suporte Personalizado. Basta para isso entrar em contacto para que possamos acertar pormenores.

 

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SEO no Marketing Multinível

Nov 14 2009 Published by under Marketing

Veja Também

 

 

SEO no Marketing Multinivel.

“Por detrás de toda lenda, há um facto que alguém não conseguiu explicar”.

 

É por isso que as lendas existem. Para satisfazer a necessidade humana de entender tudo. Essa “necessidade de entender” entra em conflito constante com uma realidade complexa, desafiadora e muitas vezes, além do alcance de nossos sentidos.

Podemos dizer que a ciência, o método científico, surge para substituir a criação de lendas como meio de satisfação dessa necessidade. O conhecimento científico pretende unificar os diversos saberes num único discurso, válido em todos os lugares e culturas. Uma lâmpada elétrica acende ou deixa de acender em qualquer lugar do mundo pelos mesmos motivos. O mesmo vale para os analgésicos, as vacinas, os computadores…

Qual a relação disso tudo com SEO?

Veja o SEO não é uma disciplina académica. Ao contrário do que se diz, os certificados “Google AdWords Certified Professional” e “Yahoo Ambassador” não são “diplomas de SEO”, mas de links patrocinados (SEM).

É compreensível que o Google e o Yahoo queiram ensinar cada detalhe do funcionamento de seus programas de publicidade a quem quiser aprender. Quanto mais profissionais qualificados e competentes estiverem envolvidos com esses programas, mais popularidade eles ganharão junto aos anunciantes.

Já quanto aos resultados orgânicos, – o objetivo do trabalho do SEO – a lógica é exatamente o inverso. Enquanto o objetivo dos programas de publicidade é oferecer o melhor resultado para o anunciante, o objetivo dos utilizadores é oferecer melhores resultados orgânicos de pesquisa para os utlizadores.

A pior coisa que poderia acontecer com o mercado de pesquisas web seria se se descobrissem maneiras 100% eficazes de manipular os resultados dos motores de busca… Pois ao realizar uma pesquisa, em vez de obter resultados relevantes seria brindado com uma enxurrada de spam.

Para evitar que esse desastre aconteça, os motores de busca mantêm fechados a sete chaves o funcionamento dos seus algoritmos e estão constantemente submetendo-os a modificações.É assim que o mercado de SEO começa a entender o seu funcionamento e, consequentemente, a manipular os resultados para favorecer a seus clientes, uma mudança de algoritmo surpreende o mercado.

Um bom profissional de SEO passa parte dos dias fazendo pesquisas nos motores de busca e analisando os resultados, procurando entender porque uma determinada página aparece em primeiro lugar e outra apenas em décimo, enquanto outras ainda ficam perdidas na centésima página de resultados.

Tenta descobrir o que essas páginas têm em comum, formula hipóteses, e experimenta essas hipóteses aplicando-as a um website sobre o qual exerça controle direto. Acompanha os resultados, verifica o que funcionou e o que não funcionou, compartilha os resultados  em fóruns e blogs, discute resultados com seus pares.

Nesse processo, o SEO deixa algumas idéias de lado e cria outras como parte de seu conjunto permanente de melhores práticas. É lógico que o Google não confirma nem nega a maior parte dessas conclusões. E é nesse momento que a “necessidade de entender” fala mais alto do que o gosto de investigar e surgem as lendas em SEO.

O grande problema nesse caso, está no verbo utilizado: “acreditar”. Será que o mercado de SEO pretende que empresas invistam fundo nos projetos de otimização de motores de busca apostando apenas nas “crenças” desses profissionais? Será que vale a pena investir em explicações que, à falta de evidência que as sustentem, podem acabar não se revelando mais do que lendas?

A competição no mercado de SEO precisa ser mais científica. Fundamentar-se mais em evidência empírica, em resultados práticos e demonstrações do que em crenças. Quando alguém disser que os motores de busca fazem isso ou aquilo, peça exemplos práticos, faça seus próprios testes e tire as suas próprias conclusões… Ou arrisca-se a se tornar um vendedor de mulas-sem-cabeça!

teresa No Internet Marketing ponho em práticas algumas técnicas de maneira a desenvolver aptidões que me permitem pôr em prática conceitos inovadores. Desta forma ajudo os interessados através do meu Suporte Personalizado. Basta para isso entrar em contacto para que possamos acertar pormenores.

 

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